"Tristeza não tem fim; felicidade, sim", diz a música. Mas, Vinicius de Moraes que me perdoe, isso é uma tremenda de uma besteira; é claro que tal noção depende de como se as encara. Sabe como é, aquela velha história do copo preenchido até a metade - afinal, ele está meio cheio ou meio vazio?
Não obstante, há desses momentos, desse singelos momentos em que tudo parece tão no seu lugar (ainda que não esteja!), a alegria assim quase palpável no ar, em que é inevitável um pouco de melancolia, um certo não-querer que a sensação passe.
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